JOGO DE BOTÃO

JOGO DE BOTÃO
JOGO DE BOTÃO

terça-feira, 11 de outubro de 2011

JOGO DE BOTÃO , CORINTHIANOS LIDERAM AQUI NO SUL.



O CORINTHIANO CARLOS TEHRHORST (QUINHOS  na foto com Eloi Marques lenda do jogo de botão gaúcho idealizador criador da Liga Gaúcha de Jogo de Botão ) , campeão gaúcho de 2011 na regra gaucha de um toque, voltou a levantar taça em 2012 , desta vês venceu a taça Polônia. Tradicional campeonato anual promovido pelo Departamento de Botonismo da Sociedade Cultural Polônia Porto Alegre.

O jogo de botão tem tradição entre os gaúchos e é disputado em trez principais regras; um toque gaúcho; um toque nacional ; regra do passe gaúcha.

O Fã Clube Corinthians Porto Alegre ( ver facebook/faclubecorinthiansportoalegre) , promove: jogo de botão ; futsal; futset; xadrez; futebol de campo.
O fã clube tem tido resultados de êxito pois os Corintianos daqui se destacam com garra em todos os esportes . O BANDO DE LOUCOS GAUCHOS , SOCA.....
LUIZ GONZALEZ, presidente do fã clube , joga botão em todas as regras. Foi campeão na Câmara Municipal Porto Alegre em 2011. Gonzalez  disputa ainda ;xadrez, futebol e golf .




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CORINTHIANS PORTO ALEGRE
 ( TEC. GONZALEZ) CAMPEÃO 2011 DO CAMPEONATO DE  FUTMESA DA CAMARA DE VEREADORES DE PORTO ALEGRE

JÁ  O LENDÁRIO, DEPARTAMTO DE FUTMESA DA  SOCIEDADE POLONIA, ESTA NO SEU QUARTO CAMPEONATO DE 2011. LEMBRAR QUE A LIGA GAUCHA DE FUTMESA NASCEU NO POLONIA NO FINAL DA DECADA D0S ANOS 90. COM O PATRIARCA ELOI MARQUES.
LONGA VIDA AO BOTONISMO DO POLONIA. 
VER;
FUTMESAPOLONIA.BLOGSPOT.COM



FOTO MOSTRA  A FINAL CORINTHIANS PORTO ALEGRE ( DE PRETO ) VENCE O INTERNACIONAL. 
CORINTHIANS CAMPEÃO

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Leia tudo sobre 
Botonismo
CLIC



Vídeos e resultados da REGRA UNIFICADA


TUDO SOBRE A REGRA UNIFICADA


REGRA BRASILEIRA


TUDO SOBRE A REGRA GAUCHA


TÉCNICOS TIMES E BOTÕES


DEUS É FIEL ! CORINTHIANS PORTO ALEGRE


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

DIEGO GONZALEZ CAMPEÃO DA SEXTA COPA FENIX

 DIEGO GONZALEZ
CAMPEÃO DA SEXTA COPA FENIX

NO FINAL DE DEZ DE 2011
A LIGA RIOGRANDENSE DE FUTEBOL DE MESA
SEDIADA NO YPIRANGA FUTEBOL CLUBE, EM PORTO ALEGRE.
TERMINOU SEU SEXTO CAMPEONATO DE BOTONISMO,
NA REGRA NACIONAL UNIFICADA (REGRA DE  UM TOQUE COM PASSE).
14 BOTONISTAS DA GRANDE PORTO ALEGRE PARTICIPARAM.
DIEGO GONZALEZ FOI O CAMPEÃO.
ASSIM, DAS SEIS COPAS FENIX REALIZADAS ;
TRES FORAM GANHAS POR DIEGO GONZALEZ
E TREZ POR ENIO SEIBERT

O RANKING SERA ATUALIZADO NA PRÓXIMA SEMANA

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 ENIO SEIBET CAMPEÃO DA 5 COPA FENIX
COM O TIME DA FIORENTINA,
TODO EM NOBRE GALALITE,
ENIO SEIBERT SAGROU - SE  TRI CAMPEÃO DA COPA FENIX
( EM SUA 5 EDIÇÃO /JOGADA NA REGRA UNIFICADA) 
NAS DEPENDÊNCIAS DO YPIRANGA FUTEBOL CLUBE ,
PORTO ALEGRE RS BR.

enioseibert.blogspot.com

CLIC O LINK DO VIDEO


http://www.youtube.com/watch?v=t2q3Yp5escU&feature=player_embedded


FINDOU NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA ( 30 DE SETEMBRO ), A 5ª EDIÇÃO DA COPA PHENIX DE FUTEBOL DE MESA, DISPUTADA NA REGRA UNIFICADA (MUITO SEMELHANTE À GAÚCHA, PORÉM COM O ADVENTO DO PASSE, QUE SE EFETUADO NO CAMPO DE ATAQUE, FACULTA O ARREMESSO À GOL), NAS DEPENDÊNCIAS DO YPIRANGA FUTEBOL CLUBE. O CERTAMNE CONTOU COM A PARTICIPAÇÃO DE 12 BOTONISTAS, QUE SE ENFRENTARAM NO SISTEMA DE TODOS CONTRA TODOS, EM TURNO E RETURNO, ONDE OS SEIS MELHORES SE CLASSIFICARAM PARA O HEXAGONAL FINAL EM TURNO ÚNICO, E A FIORENTINA QUE LIDERARA A 1ª FASE, ACABOU TAMBÉM SOMANDO MAIS PONTOS NO HEXAGONAL E COMEMOROU O TÍTULO. --  O VICE CAMPEONATO FICOU COM O VITESSE DE JORGE LEÃO AGRANIONIK,
 - EM 3° LUGAR FICOU O BOTAFOGO DE ZÉ FRANCISCO DE LEÓN,
-  EM 4º LUGAR O VILLAREAL DE RICARDO, 
- EM 5° LUGAR O VITÓRIA DE GENARO SOCCOL, 
- E EM 6° LUGAR O SANTANENESE DE MARIANO ALMEY.

SINÓPSE HISTÓRICA DA COPA PHENIX:

1ª EDIÇÃO (MAIO À JULHO DE 2010):

CAMPEÃO: ATLÉTICO / MG (DIEGO GONZALEZ)
VICE: PALMEIRAS (ENIO SEIBERT)
3° LUGAR: FLUMINENSE (SIDNEY PORTO)
4° LUGAR: GRÊMIO (PAULO VIANNA)

2ª EDIÇÃO ( AGOSTO À SETEMBRO 2010):

CAMPEÃO: PALMEIRAS (ENIO SEIBERT)
VICE: ATLÉTICO / MG (DIEGO)
3º LUGAR: BOTAFOGO (ZÉ FRANCISCO)
4º LUGAR: NAGOYA GRAMPUS (JORGE LEÃO)

3ª EDIÇÃO (OUTUBRO À DEZEMBRO DE 2010)

CAMPEÃO: ATLÉTICO / MG (DIEGO GONZALEZ)
VICE: FIORENTINA (ENIO SEIBERT)
3° LUGAR: SANTANENSE (MARIANO ALMEY)
4° LUGAR: BOTAFOGO (ZÉ FRANCISCO)

4ª EDIÇÃO (MARÇO Á MAIO 2011):

(*)CAMPEÃO: ATLÉTICO MADRID (ENIO SEIBERT)
(*)VICE: ATLÉTICO / MG (DIEGO)
3° LUGAR: VITESSE (JORGE LEÃO)
4° LUGAR: BOTAFOGO (ZÉ FRANCISCO)

(*)  A EQUIPE DO ATLÉTICO / MG, ENTROU COM UM PEDIDO NO STJB, REQUERENDO O DIREITO DE DISPUTAR SUAS ÚLTIMAS 3 PARTIDAS DO CERTAME DESTA 4ª EDIÇÃO, QUE SEGUNDO A ORGANIZAÇÃO DO EVENTO O GALO PERDEU AS 3 PARTIDAS POR WO. CASO O GALO VENCESSE 2 PARTIDAS, SERIA ELE O CAMPEÃO, E O ATL. MADRID VICE. O TÉCNICO DO GALO ALEGA TER SIDO PREJUDICADO PELA PÍFIA DIVULGAÇÃO DAS DATAS FINAIS, QUE O TERIA ATRAPALHADO NO CUMPRIMENTO DOS JOGOS.

RANKING DA COPA PHENIX:


O RANKING FOI DEFINIDO COM O OBJETIVO DE PREMIAR OS LAUREADOS ATÉ O 6° LUGAR DE CADA EDIÇÃO, COM A SEGUINTE PONTUAÇÃO:

CAMPEÃO   10 PONTOS;
VICE                6 PONTOS;
3º LUGAR       4 PONTOS;
4º LUGAR       3 PONTO.
5    lugar                  2 pontos
6    LUGAR            1 PONTO

AO LONGO DAS 5 EDIÇÕES, TEMOS ENTÃO A SEGUINTE PONTUAÇÃO:

1° ENIO ERNO SEIBERT                 42 PONTOS
2° DIEGO GONZALEZ                     32 PONTOS
4° JORGE LEÃO                                13 PONTOS
3° ZÉ FRANCISCO                            14 PONTOS
5° MARIANO ALMEY                       5 PONTOS
6° SIDNEY PORTO                             4 PONTOS
7° RICARDO LASEVIC                      3 PONTO
8° PAULO VIANNA                            3 PONTO
9    GENARO SOCCOL                                      2 PONTOS

terça-feira, 4 de outubro de 2011

BOTONISMO NO PARLAMENTO

OS FUNCIONÁRIOS E ASSESSORES PARLAMENTARES DA CÂMARA DE VEREADORES DE PORTO ALEGRE, PRATICAM BOTONISMO NAS HORAS DE LAZER.
DESDE 1996 O ESPORTE É PRATICADO NO PARLAMENTO PORTO ALEGRENSE.
A REGRA PRATICADA É A REGRA BRASILEIRA MODALIDADE CAVADO.
DOIS TORNEIOS POR ANO FAZEM A AGENDA DOS DESPORTISTAS.
QUASE TODOS OS 12 BOTONISTAS DO PARLAMENTO PORTO ALEGRENSE, TAMBEM PARTICIPAM   DOS TORNEIOS E XADREZ DA REPARTIÇÃO.
NA PRÓXIMA POSTAGEM VAMOS DIVULGAR O RANKING.

O TORNEIO DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2011 ESTA SENDO LIDERADO PELO corinthiansportoalegre.blogspot.com ( LUIZ GONZALEZ), JUNTAMENTE COM  JERRY( BIBLIOTECÁRIO DO PARLAMENTO E GREMISTA)


RANKING DOS TIMES

O RANKING SERVIRÁ PARA DEFINIR TIMES PARA
PRÉ-QUALIFICAÇÃO PARA SUPERCOPA

COLOCAÇÃO
NOME DO TÉCNICO
PONTUAÇÃO
PELLINI
220
JERRI
182
OLI
157
4º
VALMIR
151
GONZALEZ
133
EUCLIDES
128
DANIEL
119
LUIS OSORIO
68
LISSANDRO
50
10
MARCIO
37
11º
MIKHAIL
28
12º
EDUARDO
22
13º
BRUNO
18
14º
DARCI
17
15º
VITAMINA
16
16º
RODRIGO
16
17º
MARCELO
07
18°
MARITO
00

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

REGRA UNIFICADA FORTALECE O BOTONISMO FAMILIAR

O ESPORTE COMO ALAVANCA DE DISCIPLINA FAMILIAR. O FUTEBOL DE MESSA ( BOTONISMO / www.botonismo.com.br), ASSIM COMO O XADREZ , PROMOVEM PROGRESSO INTELACTUAL E DESTRESA PISICOMOTORA.
NO BOTONISMO ,A REGRA GAUCHA UNIFICADA ( LIGA GAUCHA UNIFICADA), APRIMOROU A PRATICA DO BOTONISMO. ATRAVES DO ESTUDO CIENTIFICO DE TODAS AS SAZONALIDADES NEGATIVAS DAS DEMAIS REGRAS. CRIOU UMA REGRA DE EVOLUÇÃO. PAUTADA NA DICIPLINA E NO ELEVADO GRAU DE CRIATIVIDADE INTELECTUAL DE SEUS PARTICIPANTES.
O BOTONISMO É UM ESPORTE DE COMPLEXIDADE TÁTICA E TECNICA, COM DESTRESA PISICO MOTORA E INTELCTUAL.ASSIM SENDO PROMOVE A DICIPLINA E  O CONVIVIO FAMILIAR SAUDAVEL.
OS GAUCHOS SÃO OS PRECURSORES NA PRATICA  DA REGRA UNIFICADA E CIENTIFICA. A FOTO MOSTRA  O FERIADO DO 20 SETEMBRO, DIA DO ORGULHO DA REPÚBLICA RIO GRANDENSE. EM UM PATIO UMA FAMILIA DE BOTONISTAS FAZ UM TORNEIO FAMILIAR. OS HOMENS JOGAM BOTÃO. AS SENHORAS ASSISTEM TV E JOGAM CANASTRA. TUDO EM CASA, TUDO EM PAZ, TUDO COM DISCIPLINA, ORDEM E PROGRESSO INTELECTUAL E SOCIAL.
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sábado, 30 de julho de 2011

VIDEO RENNER X GREMIO BOTONISMO

http://www.youtube.com/user/rlasevitch#p/a/u/2/Lac7uaEs07Y

CLIC E VEJA

VIDEO DE JOGO NO IPIRANGA

http://www.youtube.com/user/rlasevitch#p/a/u/1/48cc830DIag
CLIC E VEJA

VIDEO DE JOGOS DO TÉCNICO ENIO SEIBERT

 CLIC  ABAIXO E VEJA O VIDEO

http://www.futmesabrasil.com/2011/07/futebol-de-botao-no-cinema.html

Na festa dos 50 anos da conquista do campeonato gaúcho de futebol pelo G.E.Renner, ex time de futebol de Porto Alegre, campeão estadual invicto na temporada de 1954, realizada no Centro Cultural Érico Veríssimo da CEEE, em Porto Alegre, foi registrada esta foto contendo a bandeira do time e o troféu original da conquista estadual.
Naquela noite festiva para os simpatizantes do time denominado PAPÃO DE 54 pela crônica esportiva gaucha, era lançado o documentário do mesmo nome, realizado pela produtora Estação Elétrica, com mais de uma hora de duração, homenageando o Renner,...

time extinto em 1959, mas que ficou imortalizado através deste filme posteriormente veiculado, em rede nacional, pelo canal Brasil da rede Globo.
Rodando no circuito cultural e esportivo da capital gaúcha durante alguns anos, o documentário, que tem a narração do comentarista Ruy Carlos Ostermann da RBS/Globo, narra a trajetória do Papão desde sua fundação, entrevista sucessores da família Renner (os fundadores do Clube) e os jogadores campeões  que ainda viviam.
Dentre esses jogadores, destacam-se o goleiro Valdir Morais e o meia armador Enio Andrade, os quais posteriormente foram vendidos para o Palmeiras, e principalmente, o atacante Breno Mello, que se tornaria artista de cinema internacional estrelando a versão premiada em Cannes do clássico "Orfeu do Carnaval", filmada no Rio de Janeiro, com trilha sonora de Vinicius de Morais.

O principal motivo deste relato é que à época das filmagens, a produtora me convidou para uma participação representando a equipe de futebol de botão de mesa do G.E.Renner, um dos meus times titulares nos campeonatos gauchos, desde a década de 80. Temos, então, no filme, aproximadamente 3 a 4 minutos do nosso imortalizado futebol de mesa, contracenando e jogando com dois outros parceiros representando as equipes do Gremio e do Internacional.

Oportunamente vamos extrair do filme os minutos de lances e gols do jogo de futebol de botão e mostrar em vídeo no You Tube e no nosso Futebol de Mesa Brasil.

Matéria enviada pelo colaborador - Enio Seibert. enioseibert@hotmail.com

sexta-feira, 29 de julho de 2011

PRIMEIRO TORNEIO MULTIREGRAS DE FUTEBOL DE MESA

A liga de botonistas do Ipiranga futebol Clube de Porto Alegre, promove o primeiro torneio multiregras. Onde todos os técnicos jogam ente si, em duas das mais conceituadas regras do estado ( a Regra Gaúcha e a Regra Brasileira) e também em uma terceira regra que busca unificar as duas.
Assim sendo os botonistas vão somar pontos corridos em turno único, jogando em três regras diferentes. Um importante passo, técnico e político, para a unificação do esporte e seu reconhecimento nacional .
O torneio é em um turno e por pontos corridos.
Segue os resultados dos jogos ate aqui feitos:
Regra brasileira;
Gonzalez( Corinthians) 2x 0 Enio Seibert
Ricardo 2x 8 Lauro
Ricardo 0x1 Diego
Diego 1x0 enio
diego 1x0 gonzalez
lauro 1x0 enio

Regra gaúcha;
Lauro 2x0 Enio
Lauro 0x1 Ricardo
Lauro 2x0 Diego
Lauro 0x0 Gonzalez ( Corinthians )
Ricardo 0x0 Gonzalez
Enio1x 0 Gonzalez
Diego 1x0 Gonzalez
Enio 2x0 Ricardo
Mario 2x0 Ricardo
mario 3x0 enio
gersom 1x0 ricardo
gersom 0x0 lauro
diego 1x0 enio

Regra unificada;
Gonzalez (Corinthians) 0x1 Enio
Mario 0x0 Enio
Lauro 1x0 Ricardo
Lauro 1x1 Enio
diego 1x0 gonzalez
enio 3x1 ricardo
enio 1x1 diego
lauro 1x0 gonzalez

Resultados ate 31 de julho

BOTONISTAS GAUCHOS QUEREM UNIFICAÇÃO DAS REGRAS


Um núcleo de Botonistas históricos do Rio Grande do Sul, busca fazer do esporte uma modalidade oficial e semi-olímpica. Para isto promovem debates para unificar as diversas regras, federações, ligas e confederações.
O grupo é coordenado por históricos do botonismo gaúcho e nacional. Tem sede em Porto Alegre, sua liga é sediada no Ipiranga Futebol Clube Porto-alegrense, (agremiação fundada em outubro de 1917).
Seu líder é Enio Seibert, escudado por Luiz Gonzalez (técnico e presidente do Grêmio Desportivo Corinthians Porto Alegre). O primeiro passo foi estudar e escrever sobre a origem do Botonismo no Brasil e no mundo. O segundo foi montar uma liga no clube Ipiranga em Porto Alegre. O terceiro passo foi registrar o site www.botonismo.com.br
Agora os 22 participantes da liga procuram estudar uma regra que contemporize  os mais importantes fundamentos do botonismo e do futebol.
Procurar o dialogo, com humildade e serenidade, com todas as demais regras é a política de relações externas do grupo. Promover torneios multiregras é outro passo  que já esta sem do executado.
Fundamentos: procurar contemporizar as regras de vários passes com as regras de um toque para cada um; Procurar contemporizar as dimensões das mesa e dos botões das goleiras e o formato e peso das diversas bolinhas.Tudo buscando a unificação e o crescimento do esporte. Tornando o mesmo mídia e olímpico.
Contatos; botonismo@gmail.com.br

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ypiranga F Clube

Caros amigos botonistas, estamos disponibilizando na rede os principais torneios e campeonatos realizados em nosso clube.

O endereco para acesso e: www.konkuri.com
Voce entra e se cadastra, gratuitamente e procura ou pelo nome do campeonato ou pela cidade de Porto Alegre.
Estamos realizando atualmente um campeonato Multiregras , com tres turnos um em cada regra, Brasileira, Gaucha e Unificada. Inedito.

Venha jogar conosco.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

ORIGENS DO JOGO DE BOTÃO

UM GRANDE CLÁSSICO DO FUTEBOL DE MESA, ENTRE "FAMOSOS" DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA, VINÍCIUS DE MORAIS  X  CHICO BUARQUE DE HOLANDA

 



                 TESES E HIPÓTESES SOBRE AS ORIGENS DO JOGO DE BOTÃO



 Na Europa do início do século passado está registrada em divulgação no jornal ou folheto impresso “LEADER”, de Londres, Inglaterra, uma foto datada de 1910, onde aparecem dois técnicos-jogadores concentrados na manipulação de seus botões distribuídos sobre uma mesa de jogo com duas goleiras nas suas extremidades.
Seria a origem européia do jogo de futebol de botão?
O futebol de botão também teria se originado na Inglaterra, país dos inventores ou, ao menos, os organizadores do futebol “association” de campo?
No Brasil, no ano de 1930, o carioca Geraldo Décourt publica o primeiro livro de regras do futebol de botão brasileiro, na época chamado de “FOOT-BALL CELOTEX” e que viria a tornar-se um documento histórico pelo seu pioneirismo.
O nome Futebol Celotex foi dado, originalmente, ao jogo de futebol de botão, em decorrência do material usado na época para confecção das mesas de jogo, o qual tinha este mesmo nome. Talvez o Celotex tivesse alguma semelhança com as chapas de eucatex e duratex, utilizadas para a fabricação de mesas de jogos de botão para crianças nos dias atuais.
Geraldo Décourt conquistou o reconhecimento de uma legião de praticantes do botonismo pela sua incansável dedicação em colocar este esporte ao lado dos entretenimentos mais populares do Brasil, utilizando os meios de comunicação social da época (jornais e revistas), para sua divulgação em praticamente todo o país.
Era um intelectual multimídia que trabalhava com música, publicidade, cinema e pintura, além de tornar-se também um escritor, posteriormente.
Por ocasião de um campeonato de futebol de mesa realizado na cidade do Rio de Janeiro, Décourt sagrar-se-ia campeão, recebendo a Taça Odalisca na redação de O CRUZEIRO, revista de circulação nacional, promotora do evento, no qual a veiculação da notícia certamente ajudou em muito a propagação do novo esporte no país.
Recebeu o título de PAPA DO BOTONISMO BRASILEIRO e com o pioneiro Geraldo Décourt aparecem os primeiros registros impressos da existência do futebol de botão no centro político, administrativo e econômico do país.
 No Brasil, tese de Marcelo Coutinho, do Rio de Janeiro, da Federação Carioca de Futebol de Mesa ou Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro, ou, ainda, Federação Botonista do Estado do Rio de Janeiro.
               Os tópicos e trechos foram extraídos de seus comentários na internet, com idéias e argumentos complementados pelo autor da série “O JOGO DE FUTEBOL DE BOTÃO”.
O grande pensador Marcelo Coutinho começa assim a sua linha de raciocínio:
- “Numa época da humanidade em que não havia automóveis e aviões e onde as comunicações mundiais eram escassas, marinheiros teriam trazido da Europa, simultaneamente com o futebol de campo, no início do século passado (1900-1910), quando foram fundados grandes clubes brasileiros de futebol, também uma concepção rudimentar do jogo de futebol de botão, introduzido paulatinamente nas cidades portuárias da costa brasileira.”
Para sua popularização contribuiu o fato dos botões serem baratos e relativamente fáceis de conseguir, ao contrário das caras e escassas bolas de futebol, inicialmente importadas da Europa.
Recorde-se que o futebol, nos primeiros tempos de implantação, era um jogo das elites, com chuteiras caras, bolas raras e jogado de terno e gravata, de calças curtas ou calções de linho. Mais tarde é que as bolas de futebol começaram a ser fabricadas no Brasil, as históricas bolas de tento, costuradas à mão, e utilizando o couro curtido dos nossos curtumes de rebanhos bovinos.
Até hoje o jogo de futebol de botão é o esporte- lazer mais barato dentre todos, e assim pode ser considerado porque as mesas e botões tem durabilidade média mínima de 10 anos, o que dilui o seu custo a praticamente zero, podendo ser praticado diariamente, sem estrago ou desgaste do equipamento, pelo menos quando jogado com as bolinhas tradicionais de plástico (em formatos de pequenos discos, cubos ou botõezinhos), pois as bolas esféricas de feltro apresentam algum desgaste com o uso constante.
Na sua explanação, Marcelo Coutinho continua:
- “a origem do esporte até hoje é controversa. O certo é que os jogos teriam começado a ser disputados nas primeiras décadas do século passado, mais ou menos simultaneamente, em vários lugares diferentes, o que leva a crer numa geração espontânea, pois a idéia em si, não é muito difícil de ser imaginada.”
Marcelo Coutinho finaliza sua tese:
-       “nestes tempos o futebol começava a entrar na preferência popular, porém, os clubes onde se jogava futebol eram fechados às classes mais pobres. Jogar o futebol de botão era, deste modo, uma maneira econômica de imaginar-se em uma arena inalcançável para os jovens daquela época. “


No Brasil, tese do gaúcho Enio Seibert, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, principal mentor e idealizador da Regra Unificada de Futebol de Mesa.
 
Alfaiates, artesãos da costura, tecelões e costureiras que participaram dos contingentes de colonos alemães e italianos, trazidos pelo governo brasileiro para povoar e cultivar as terras do sul do Brasil, a partir de meados do século XIX, trouxeram alguns tecidos para suas confecções rústicas, linhas de costura e botões de roupa, estes últimos (botões), equipamentos básicos para o surgimento e montagem do jogo que daria origem ao inédito futebol de botão, ao menos em terras sul-americanas ou sul-brasileiras.  Ou seja:
   As mesas de madeira que foram fabricadas a partir da montagem de tábuas cerradas das árvores nativas, encontradas na região, madeiramentos construídos para suportes dos balcões de costura de roupas, e marcações de medidas para cortes de ternos personalizados, serviram como campos de futebol de botão (com as áreas grandes e pequenas, linhas divisórias e retângulo do campo de jogo sendo demarcadas com o “giz de alfaiate”).
    Os botões maiores (grandes) utilizados nas capas, casacões e japonas de lã foram transformados em jogadores, defensores e atacantes das equipes que se formaram.
Os artesãos mais habilidosos já lixavam a parte superior dos botões, a parte inferior baixa, e as bordas laterais, geralmente arredondadas, para obter melhor angulação e desempenho dos craques, e os mais habilidosos também trabalhavam as fichas de jogos de carteados de plástico galalite dos clubes sociais, principalmente as redondas, transformando-as em jogadores de seus times.
Também os puxadores de móveis (de armários, escrivaninhas, balcões, roupeiros, etc) do plástico galalite, transformavam-se em excelentes craques após serem lixados em suas laterais para obtenção dos melhores ângulos de inclinação, ou seja, para poder arremessar melhor a bola e fazê-la encobrir o goleiro nos chutes a gol.
A fabricação artesanal de botões de osso e de chifre de boi, para roupas alternativas, para uso nas lides campeiras, ou confecções sofisticadas, também emprestava a sua colaboração na formação de novas equipes de futebol de botão que eram montadas, para deleite de jovens e adultos.     As goleiras eram improvisadas com pequenas traves de madeira, fixadas nas extremidades das mesas ou balcões de trabalhos dos artesãos da costura, ou moldadas de arame galvanizado, os quais, devidamente dobrados, davam uma melhor resistência e sustentação às goleiras, e as redes eram rústicas malhas de algodão das tecelagens implantadas, desde os primeiros tempos, nas cidades colonizadas pelos imigrantes. As tecelagens referidas destinavam-se, primordialmente, a produzir tecidos e matérias-primas diversas para a fabricação de agasalhos para abastecimento das populações do sul do Brasil, com climas semelhantes aos das regiões européias de procedência, sempre com temperaturas baixas no inverno.
   Os botões pequenos de camisas eram transformados em bolas que seriam arremessadas aos gols adversários pelos jogadores, finalidade maior do jogo, como no seu similar e inspirador futebol de campo.
    As fichas ou palhetas, destinadas a acionar os botões em campo, também eram feitas com os botões mais baixos e menos espessos, lixados ou não, conforme o formato do mesmo. Mais tarde, fichas de jogos de carteados (redondas, quadradas, retangulares ou ovais), encontradas nos clubes sociais, passaram também a serem usadas como palhetas para movimentar os botões, pois vinham praticamente prontas para seu uso devido aos seus formatos. Igualmente eram usados os puxadores de móveis, devidamente lixados e adaptados para palhetas.
   Os goleiros, inicialmente, eram os botões maiores e mais altos da equipe. No Rio Grande do Sul, esta prática durou até o final da década de 40. Anos mais tarde, foram substituídos por caixas de fósforo, pequenas caixinhas ou blocos retangulares de madeira, e na década de 50, os goleiros passaram a ser fabricados de placas do plástico galalite, um material nobre que era utilizado na fabricação de centenas de peças, acessórios e utensílios domésticos.
   Como foi relatado e pode ser visto, nas alfaiatarias, balcões de costura e fábricas-lojas de confecções de vestuários, havia praticamente todo o equipamento básico, se não para o nascimento (criação), mas, ao menos, para o desenvolvimento do jogo de futebol de botão, praticado nos intervalos de almoço e horários de lazer dos artesãos da costura e que viria a se constituir numa réplica em miniatura do incipiente futebol de campo.
    Por outro lado, é sabido através de fontes diversas que as primeiras partidas de futebol de botão foram jogadas sobre as calçadas, pisos de granitina, cerâmica ou mármore, e assoalhos de madeiras das casas e, mais tarde, tendo subido gradativamente, para plataformas ou mesas construídas de cimento (espécies de pilares em formato de caixa retangular ou tambor gigante, como a réplica do estádio Maracanã, construído em Bagé, no interior do Rio Grande do Sul, no ano de 1949, que sediou incontáveis jogos de futebol de botão entre seus proprietários, amigos e vizinhos).
Uma composição de música popular brasileira no século passado ajudava a imortalizar o futebol de botão da época, com o verso do refrão final que, explicitamente, cantava: “jogos de botões sobre a calçada...” Precisamos localizar esta gravação em disco LP ou 78 rotações.
Este fato nos foi relatado por Flávio Pereira, ex-alfaiate, ex-botonista e funcionário aposentado da CEEE, Companhia Estadual de Energia Elétrica do Estado, o qual, na época, tinha dez anos e era um dos privilegiados vizinhos que podia assistir e até disputar algumas partidas de futebotão, na réplica do Maracanã do Rio de Janeiro, construído para sediar a Copa do Mundo de Futebol da FIFA em 1950, no Brasil.
    Mais tarde ainda o futebol de botão deixaria os campos de cimento e similares para estabelecer-se nas mesas de madeiras das salas, onde se podia jogar, confortavelmente, de pé, e não mais rastejando agachado no chão, esfolando os joelhos e pernas, forçando a coluna vertebral e deixando as costas doloridas.
10- Em contrapartida, e demonstrando a evolução do jogo em Porto Alegre, uma reportagem da Revista do Globo da capital gaúcha, datada de 1944, já mostrava um grupo de jovens botonistas praticando o futebol de botão na Associação Lima e Silva, no bairro Cidade Baixa, jogando em mesas de madeira de 1,90 x 1,20 metros, apoiada sobre cavaletes também de madeira, enquanto, em outras localidades, no interior do Estado, ainda se jogava em mesas de cimento.
Um dos jovens retratados na referida revista era Lenine Macedo de Souza, que viria a tornar-se o mentor e fundador da primeira Federação organizada de futebol de mesa registrada no Brasil, no ano de 1961, e que estruturou toda a base deste esporte, com regras e regulamentos de competições modelares, a grande maioria seguidos até hoje.
 O jogo de futebol de botão, quando se transferiu para mesas de madeiras das salas e depois, para mesas próprias (estádios), sustentadas por cavaletes, para a prática deste esporte-lazer, com madeiras aplainadas e lixadas, apresenta acentuadas melhoras nas condições para a prática do jogo com o melhor desempenho dos botões, decorrente do deslizamento mais regular dos mesmos sobre a superfície plana.
O futebotão, certamente, ganhou muito na sua evolução e organização, em termos de regras, regulamentos, e principalmente, seriedade, pois, desde então, passou a contar também com o apoio e incentivo das pessoas de maior idade, iniciando uma nova fase em seu desenvolvimento, quando então foi contemplado com o outro nome pelo qual é conhecido até hoje: FUTEBOL DE MESA.
 Hipótese verdadeira ou tese inconsistente, suposição ou fundamentação, coincidência ou não, mas também eu próprio viria a ser influenciado e praticamente envolvido no mundo do futebol de botão de mesa por um tio, Lídio Orlando Böck, descendente de colonos alemães, alfaiate de ofício, funcionário da alfaiataria “A Fidalga”, na cidade de Cachoeira do Sul - Rio Grande do Sul, que possuía dois times de botões de roupa de galalite, que disponibilizava para empolgantes disputas de partidas de futebotão na mesa da família (ano de 1954).
Aliás, hábito que eu nunca mais abandonaria, desde os dez anos de idade, e lá se vão bons 53 anos daquela data.
Se o futebotão nasceu nas mesas de alfaiates e lojas de confecções, ou, ao menos, organizou-se e desenvolveu-se graças às condições favoráveis que encontrou, em termos de equipamentos (mesas de madeira e botões de confecção de vestuários), aliado às correntes imigratórias que se estabeleceram no sul do Brasil para a sua colonização, trazendo as fortes influências da cultura européia de esportes da época (descendentes de imigrantes alemães, italianos, portugueses e espanhóis, foram os fundadores das alfaiatarias Glória, A Fidalga, Lojas Bier- Ulmann, Lojas e Alfaiataria Guaspari, Lojas e Fábrica de Confecções Renner, Camisarias Tannhauser, dentre outros); ou se foi trazido diretamente por marinheiros europeus que atracavam nos portos das cidades litorâneas da América do Sul, e por extensão, também do Brasil; ou, ainda, se foi decorrente da geração espontânea em várias localidades da Europa e América (como, por exemplo, documento de divulgação de futebol de botão de mesa em Londres da época, ano 1910, jornal ou folheto impresso Leader e a regra impressa do “Futebol Celotex”, em 1930, primeiro nome dado ao futebol de botão brasileiro pelo pioneiro Geraldo Décourt, no Rio de Janeiro), quase simultaneamente, no início do século passado, com o florescimento do futebol de campo, seu inspirador e modelo, talvez nunca venhamos a descobrir.
O certo é que milhares de fanáticos e entusiastas apreciadores como nós, consideram este esporte simplesmente o melhor jogo do mundo, e não gostariam de vê-lo desaparecer gradativamente através dos tempos.
Muito pelo contrário, gostaríamos de vê-lo cada vez mais forte, praticado e divulgado no mundo inteiro, utlilizando a televisão, internet e a mídia impressa para a sua maior propagação e que o nosso esporte nunca deixe de ser o eterno “jogo dos sonhos”.



Texto de autoria de Enio Seibert (enioseibert@hotmail.com), botonista gaúcho, radicado em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, com cinqüenta anos de prática do botonismo. Principal mentor e idealizador da Regra Unificada e da União Brasileira de Futebol de Mesa.